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Uso de medicamentos para dormir

A Insônia é um Transtorno do Sono extremamente comum. A Associação Brasileira de Sono (ABS) estima que existam aproximadamente 73 milhões de pessoas que sofrem de Insônia no país, quase um terço da população. E uma das consequências possíveis é o alto consumo de medicamentos para dormir.

Porém, quando remédios são realmente necessários? E quais os riscos do uso da automedicação?

O que é Insônia?

É a dificuldade em adormecer, em manter o sono ou acordar mais cedo que o habitual e não conseguir voltar a dormir. De forma geral, quem sofre de Insônia, mesmo com oportunidades adequadas para dormir, acaba dormindo menos ou mal. Com isso, a pessoa pode ter problemas durante o dia. O Transtorno de Insônia é definido como agudo se durar menos que 30 dias; subagudo de 30 a 90 dias e chamado de Insônia Crônica quando sua duração for maior que 3 meses, ocorrendo por 3 vezes por semana.

Medicamento é a única solução?

O uso de medicamentos para dormir não é a única solução e nem a mais importante. O padrão-ouro de tratamento para Insônia é comportamental, através da Higiene do Sono e Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia (TCCi). Mas é muito comum termos o Transtorno de Insônia associado a outras doenças clínicas e psiquiátricas, como Dor Crônica, HAS, IAM, AVC, Arritmia Cardíaca, Ansiedade, Depressão, Alcoolismo, além de maus hábitos de sono, falta de exercícios físicos ou reação adversa de outros medicamentos. E o tratamento da doença associada ao Transtorno de Insônia é fundamental e pode contribuir para a melhora do sono.

A medicação não é o único e nem o principal caminho. Medicamentos para ajudar no sono podem ser recomendados se a terapia comportamental não ajudar e se a Insônia além de interferir em sua capacidade de funcionar durante o dia, estiver associada á outras doenças. A maioria dos medicamentos para dormir, chamados de hipnótico-sedativos, podem apresentar efeitos colaterais a curto, médio e longo prazo, como sedação no dia seguinte, com risco de quedas; comprometimento na memória e atenção e; no seu uso crônico; dependência física e psicológica.

O profissional de Medicina do Sono saberá indicar a dose e posologia corretas, além de instruir qual o tempo indicado de uso de cada medicamento e, em caso de efeitos colaterais, como proceder de forma segura.

Se você tem Transtorno de Insônia procure um especialista em Medicina do Sono e não realize a automedicação, pois ela pode causar efeitos indesejáveis e que podem colocar em risco a sua saúde!

Fonte: Associação Brasileira de Sono (ABS) e Uptodate

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